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Por que o financiamento do apartamento não cai junto com a Selic

A Selic caiu para 13,75%, mas a taxa do crédito habitacional segue na faixa de 11% a 12% ao ano. Entenda o motivo e como simular a compra em Jundiaí.

Arquitetura residencial contemporânea

O Banco Central cortou a Selic mais uma vez em setembro, mas a taxa do financiamento imobiliário não desceu no mesmo ritmo. Quem pensa em comprar um apartamento em Jundiaí precisa saber disso para simular com números realistas.

O que aconteceu com a Selic

Segundo o InfoMoney, o Copom levou a Selic a 13,75% ao ano em 16 de setembro de 2026, em decisão unânime. Em 5 de agosto, de acordo com o Blog ImobiBrasil, a taxa havia caído de 14,25% para 14%. Foi mais um corte de 0,25 ponto percentual.

O mesmo texto do Blog ImobiBrasil informa que, mesmo depois do corte, a taxa do crédito habitacional seguiu na faixa de 11% a 12% ao ano.

Por que o financiamento não acompanha a Selic

A Selic é a taxa básica de juros da economia. Ela influencia muita coisa, mas o financiamento de imóvel tem uma origem própria de dinheiro.

A maior parte do crédito habitacional vem do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Como explica o Blog ImobiBrasil, esse sistema usa o dinheiro da caderneta de poupança para financiar imóveis. Esse dinheiro tem regras próprias de remuneração e prazo. Por isso, reage devagar às mudanças da Selic.

Outros fatores também pesam. Segundo o Portal N10, os bancos consideram risco e custo de captação, e não só a taxa básica. Cada banco decide quando e quanto reduzir, de acordo com o Correio.

Quanto da queda chega ao financiamento

O Portas cita um cálculo segundo o qual 1 ponto percentual a menos na Selic produz, em média, uma mudança de 0,43 ponto percentual nas taxas do financiamento imobiliário. Isso ocorre ao longo de cerca de 12 meses.

Em outras palavras, o repasse existe, mas é parcial e lento. Um corte de 0,25 ponto na Selic tende a ter efeito pequeno na parcela de quem simula hoje.

A mesma reportagem do Portas lembra que, em um contrato novo, as condições de mercado entram na formação da taxa no momento da contratação.

O que muda para quem compra, vende ou aluga

Para quem compra. Simule com a taxa que os bancos oferecem agora, não com a que você espera para o futuro. A taxa é só uma parte da conta. Compare também o Custo Efetivo Total (CET), que reúne juros, seguros e tarifas. O Portal N10 aponta o CET como o principal indicador para comparar propostas. Para entender as etapas da compra, veja a página sobre comprar imóvel em Jundiaí.

Para quem vende. Muitos compradores dependem de financiamento. Se a taxa muda devagar, o orçamento deles também muda devagar. Saber o valor de mercado do seu apartamento ajuda a conversar com quem está simulando. A avaliação de imóvel em Jundiaí é um caminho para isso.

Para quem aluga. Quem compara aluguel e compra pode usar a mesma regra: olhar as taxas reais de hoje. Há também a opção de alugar imóvel em Jundiaí enquanto organiza a entrada e a documentação.

Como simular com mais realismo

1. Peça a simulação em mais de um banco e compare o CET. 2. Veja se a taxa vem acompanhada da TR. A Calcula Imóvel citou, em abril, taxas da Caixa entre 11,29% e 12,00% ao ano mais TR. 3. Lembre que a taxa só se confirma na proposta formal. O Blog ImobiBrasil avisa que esses números são atualizados com frequência. 4. Faça a conta da parcela sem contar com uma queda futura. Se a taxa cair depois, a portabilidade do crédito pode ser analisada, mas depende de nova avaliação do banco, segundo o Portal N10.

Se você já tem um bairro em mente, veja os condomínios no Jardim Messina ou no Anhangabaú. Assim a simulação parte de um imóvel real. Para tirar dúvidas, fale com uma imobiliária em Jundiaí.

Este texto explica um mecanismo de crédito e não substitui orientação individual. Confirme taxas, prazos e condições com o seu banco, e dúvidas sobre impostos ou contrato com um contador ou advogado.

Se você é corretor e quer fazer parte de um time que explica o mercado com clareza, conheça o Seja REMAX City.

Perguntas frequentes

A Selic caiu. Minha parcela vai cair na mesma hora?

Não. O repasse para o financiamento é gradual e parcial, e cada banco decide quando e quanto reduzir. Contrato novo e contrato antigo também reagem de formas diferentes.

De onde vem o dinheiro do financiamento do apartamento?

A maior parte vem do SBPE, que usa recursos da caderneta de poupança. Ele tem regras próprias, por isso não segue a Selic de perto.

Qual taxa devo usar na minha simulação?

Use a taxa que o banco oferecer na simulação, junto com o CET. A faixa de 11% a 12% ao ano é uma referência citada pelo Blog ImobiBrasil, e o valor final só vem na proposta formal.

Vale esperar a Selic cair mais para simular?

Simular não custa nada e mostra números reais. Comparar propostas hoje ajuda a decidir com base no que existe, e não no que se espera.

Onde tiro outras dúvidas sobre compra em Jundiaí?

A página de perguntas frequentes reúne respostas sobre o processo. Você também pode conhecer a REMAX City.

Equipe REMAX City

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